Marcus Lima, Advogado

Marcus Lima

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Advogado atuante na área civil e criminal

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Escrito Direito, Advogado
Escrito Direito
Comentário · há 21 dias
Em mais de 8 anos na advocacia trabalhista eu nunca vi um único caso de mulher, na mesma função do homem, ganhando menos.
Existem casos isolados levantados como exemplos, mas as estatísticas são feitas em cima da média salarial. Ocorre que o homem faz mais horas extras, faz 90% de todo trabalho insalubre e perigoso e tem também a questão de que a remuneração do trabalhador tem a ver com quanto dinheiro esse trabalhador dá de volta para a empresa.
Comparando um Neymar com uma Marta, com certeza o Neymar ganha mais de 3 milhoes de Euros por mes, porque o time dele ganha muito mais do que isso com a contratação. A Marta, que foi melhor jogadora do mundo, ganha uma fração infinitesimal disso porque não vende tanta camisa e a presença dela no mercado publicitário não é tão requerida.
Mas podemos comparar uma Gisele Bündchen eSimon Nessman. Ele ganhou 10 vezes menos que a Gisele, porque a imagem da Gisele vende mais e se ela ganha 5 milhões com uma campanha é porque a agência dela ganhou alguns milhões também e o anunciante ganhou muito mais do que isso com as vendas.
Existem casos de mulheres que ganham menos que homens, mas também existem casos de homens que ganham menos que as mulheres e, na quase totalidade das vezes é por causa da produção. Sem contar ainda que, ainda que exista alguns casos de mulher ganhando menos só porque seja mulher, não há uma cultura da desvalorização do trabalho da mulher.
Se comparar um NIlson Klava com uma Andreia Sadi, com certeza a Andreia ganha mais que ele, mas tem a ver com o trabalho que ela faz.
Colocar igualdade salarial por força de Lei acaba desincentivando a produção. Os trabalhadores que trabalham mais tem que ganhar mais para incentivar a competição saudável e o aumento da produção, porque não é salário alto, nem consumo que define um crescimento econômico, mas tudo começa na produção.
Salários altos sem produção quebra a empresa, Consumo sem produção aumenta a inflação.
E
Edu Rc
Comentário · há 2 meses
"Ter praticado um crime não torna a pessoa uma criminosa."
-> Não?? Vamos sugerir mudança no dicionário então.

"Muitas vezes aquela é a primeira infração. Muitas vezes nem é “bandido”. Pode ter sido apenas a ocasião. Vai saber o que aconteceu na vida da pessoa para que ela fizesse o que fez."
-> Convence as 60.000 famílias que todos os anos precisam enterrar um ente querido. Aos milhares de trabalhadores que foram agredidos e ainda perderam o bem pelo qual tanto trabalharam para conseguir. Diga à família no momento do enterro "Olha, isto foi apenas um evento isolado na vida daquele infeliz, tenho certeza que ele não queria matar, apenas aconteceu um acidente de percurso que resultou na morte do seu pai/marido. Tudo bem que agora vocês vão perder uma fonte de renda, mas faz parte da vida né"

"Já parou para pensar que a partir do momento em que rotulamos uma pessoa por praticar um ato considerado criminoso, chamando-a de bandido, ladrão, traficante, assassino, …, transformando-a em algo que muitas vezes não é, estamos influenciando diretamente na transformação dela naquilo que afirmamos que ela é?"
-> Quem não quer ser rotulado de criminoso, não comete crime.

"O indivíduo não é necessariamente um bandido, mas o rótulo, após tanto ser repetido, é absorvido e se torna integrante daquele ser. Se não era, tem grandes chances de agora ser."
-> Há anos chamamos marginal de vítima da sociedade, nem por isto a criminalidade reduziu.

"E esse rótulo acompanha o indivíduo por um longo período. Em vários lugares e momentos ele será lembrado de que é “bandido”."
-> Quem quer ser considerado trabalhador, trabalha.

A quantidade de pessoas com pena de trabalhador fora da lei é incrível... Podiam ter pena das vítimas também.

Apenas um comentário extra: estamos falando de um país em que MENOS de 10% dos assassinos são descoberto, o que não necessariamente significa punido. Imagina para roubos, furtos e agressões como não é... E ainda assim a proposta é protegê-los do que fizeram?

Já que não posso usar o dicionário como referencia, depois de quantos assaltos, estupros, venda de drogas, de assassinatos podemos transformar a ação no que está dicionarizado? Isto vale também para os corruptos que vemos regularmente desviar dinheiro público, ou a eles é reservado um tratamento mais rigoroso que aos demais crimes?

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